Decisões da Justiça de Santa Catarina durante o plantão do Carnaval de 2026 determinaram que investigados por furtos de celular, sob o pretexto de medidas cautelares, deixassem Florianópolis em até quatro horas. A prática, que obriga o retorno imediato à cidade de origem, aproxima o Judiciário de políticas públicas de higienização social, como a triagem na rodoviária implementada pelo prefeito da capital, levantando sérias questões sobre a violação do direito constitucional à liberdade de locomoção.