Ir para o conteúdo
  • Sobre o JCC
    • Escopo
    • Equipe Editorial
    • Normas de Publicação 
    • Envio de artigos
    • Contato
  • Categorias
    • Noticias
    • Artigos
    • Colunistas
    • Memórias da Velha Guarda
    • Mulheres Advogadas
    • Artigos Históricos do Boletim IBCCRIM
    • Entrevistas
    • Jurisprudência Comentada
    • Resenhas
    • Jovens Criminalistas
    • Crítica Cultural
    • Crônicas e Contos
  • Podcasts & Multimídia
  • Cursos
  • Seja um Apoiador
  • Arquivos
    • Edição Atual
    • Volume 01 – 2026
  • Sobre o JCC
    • Escopo
    • Equipe Editorial
    • Normas de Publicação 
    • Envio de artigos
    • Contato
  • Categorias
    • Noticias
    • Artigos
    • Colunistas
    • Memórias da Velha Guarda
    • Mulheres Advogadas
    • Artigos Históricos do Boletim IBCCRIM
    • Entrevistas
    • Jurisprudência Comentada
    • Resenhas
    • Jovens Criminalistas
    • Crítica Cultural
    • Crônicas e Contos
  • Podcasts & Multimídia
  • Cursos
  • Seja um Apoiador
  • Arquivos
    • Edição Atual
    • Volume 01 – 2026

Um novo espaço de análise, reflexão e pluralidade no
debate público sobre o sistema de justiça criminal

  • Sobre o JCC
    • Escopo
    • Equipe Editorial
    • Normas de Publicação 
    • Envio de artigos
    • Contato
  • Categorias
    • Noticias
    • Artigos
    • Colunistas
    • Memórias da Velha Guarda
    • Mulheres Advogadas
    • Artigos Históricos do Boletim IBCCRIM
    • Entrevistas
    • Jurisprudência Comentada
    • Resenhas
    • Jovens Criminalistas
    • Crítica Cultural
    • Crônicas e Contos
  • Podcasts & Multimídia
  • Cursos
  • Seja um Apoiador
  • Arquivos
    • Edição Atual
    • Volume 01 – 2026
  • Sobre o JCC
    • Escopo
    • Equipe Editorial
    • Normas de Publicação 
    • Envio de artigos
    • Contato
  • Categorias
    • Noticias
    • Artigos
    • Colunistas
    • Memórias da Velha Guarda
    • Mulheres Advogadas
    • Artigos Históricos do Boletim IBCCRIM
    • Entrevistas
    • Jurisprudência Comentada
    • Resenhas
    • Jovens Criminalistas
    • Crítica Cultural
    • Crônicas e Contos
  • Podcasts & Multimídia
  • Cursos
  • Seja um Apoiador
  • Arquivos
    • Edição Atual
    • Volume 01 – 2026

Apoiadores

Barrilari Dangelo adv 2
Bravin Otoni
Design sem nome
DSR
Marcelo Ruivo
Melchior
Raquel Scalcon
Bruno Shimizu - Apoio
Edit Template
  • Notícias
  • Colunistas
  • Memórias da Velha Guarda
  • Jovens Criminalistas
  • Mulheres Advogadas
  • Artigos históricos do Boletim IBCCRIM
  • Notícias
  • Colunistas
  • Memórias da Velha Guarda
  • Jovens Criminalistas
  • Mulheres Advogadas
  • Artigos históricos do Boletim IBCCRIM

Notícias

Microdados criminais abertos no Brasil: limites estruturais do acesso à informação em segurança pública – O caso da plataforma Crime Brasil

Volume 01 – 2026

Alexandra Diniz
  • 30/04/2026
A+ A A-

O paradoxo brasileiro da transparência criminal

Quinze anos depois da promulgação da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011, LAI), e oito anos depois da instituição do Sistema Único de Segurança Pública pela Lei 13.675/2018, o pesquisador brasileiro em ciências criminais que deseja responder a uma pergunta empírica simples — “qual a distribuição de homicídios dolosos por bairro de uma capital específica em 2024?” — ainda esbarra, na maioria dos casos, em PDFs trimestrais agregados, séries quebradas por mudanças metodológicas e tipologias incompatíveis entre unidades da federação. A LAI consagrou o princípio da publicidade como regra e do sigilo como exceção (art. 3º, I), mas, no campo da segurança pública, o que se publica ativamente é, em regra, o número agregado. O dado granular — a ocorrência individual, despersonalizada, com tipo penal, data, hora e local — permanece tratado como insumo de gestão policial, raramente como bem público de pesquisa.

Esse descompasso entre a moldura normativa e a infraestrutura de dados disponível é o objeto deste artigo. Apresenta-se aqui a plataforma Crime Brasil (https://crimebrasil.com.br/analises), esforço independente de centralização, normalização e disponibilização de microdados criminais geocodificados de unidades federativas brasileiras, construída a partir de pedidos formulados com base na LAI e em portais de dados abertos das Secretarias de Segurança Pública estaduais. O objetivo do texto é menos divulgar a ferramenta do que problematizar, a partir dela, o estado atual da transparência ativa em segurança pública e propor uma agenda de pressão institucional cuja titularidade natural é da própria comunidade do IBCCRIM.

 

O que já existe e o que ainda falta

O ecossistema brasileiro de dados criminais conta hoje com quatro grandes vertentes consolidadas. A primeira é o Atlas da Violência, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em parceria histórica com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que oferece séries de homicídios e mortes violentas com recorte estadual e parcialmente municipal, mas que tem como insumo principal o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/Datasus) — fonte sanitária, não criminal — e, portanto, não cobre crimes contra o patrimônio, contra a dignidade sexual ou contra a administração pública. A segunda é o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, também do FBSP, publicação anual que compila dados encaminhados pelas Secretarias de Segurança Pública (SSPs) e os apresenta em quadros comparativos nacionais; trata-se, contudo, de fonte derivada, com granularidade limitada à unidade federativa. A terceira é o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (SINESP), mantido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que centraliza estatísticas estaduais sob nomenclatura padronizada — esforço institucional importante, mas historicamente marcado por adesão estadual desigual, instabilidade na periodicidade de publicação e granularidade limitada à unidade federativa, o que reduz sua utilidade para a pesquisa empírica intraurbana. A quarta são os portais das próprias SSPs estaduais — heterogêneos em formato (Excel, PDF, dashboards proprietários), em granularidade (do estado ao bairro) e em tipologia (que varia segundo a codificação interna de cada corporação policial).

Essa fragmentação não é apenas inconveniência técnica: é obstáculo metodológico. Comparar a evolução do roubo a transeunte em Porto Alegre e no Rio de Janeiro entre 2022 e 2024, por exemplo, exige conciliar a tabela trimestral da SSP/RS — que distingue roubo de pedestre, de veículo, de transporte coletivo e de estabelecimento — com os Boletins de Monitoramento e Análise do Instituto de Segurança Pública (ISP/RJ), que adotam recorte distinto. O resultado, na prática, é que parcela significativa da produção acadêmica brasileira em segurança pública é estadocêntrica por imposição da fonte, não por escolha do pesquisador.

A lacuna a ser preenchida é, portanto, dupla: (i) microdado criminal bruto, ocorrência a ocorrência, em formato aberto e geocodificado; e (ii) camada de normalização que torne os dados de diferentes estados comparáveis sem que cada pesquisador precise refazer o trabalho do zero.

 

A plataforma Crime Brasil: arquitetura e método

 

Fonte: Crime Brasil (2026).

 

O Crime Brasil opera como infraestrutura, não como fonte primária. Toda ocorrência disponibilizada na plataforma rastreia para um registro oficial — boletim de ocorrência, microdado SSP, tabela ISP — preservando-se a cadeia de proveniência. A construção da base segue quatro etapas:

Coleta. O Rio Grande do Sul disponibiliza, desde 2022, microdado anonimizado de ocorrências policiais via portal de dados abertos da SSP/RS, com campos de tipo penal, data, município, bairro e — em parte das ocorrências — sexo, cor/raça e idade da vítima. Para os demais estados, o procedimento combina download de planilhas oficiais publicadas em transparência ativa com pedidos formais via Sistema Eletrônico do Serviço de Informação ao Cidadão (e-SIC), nos termos do art. 10 da LAI.

Parsing e estruturação. Cada fonte é convertida para esquema relacional comum, com tabelas de ocorrências, tipologia e divisão administrativa. PDFs são processados por extratores específicos quando a SSP não publica formato tabular — etapa custosa que, por si só, ilustra a precariedade da transparência ativa.

Normalização tipológica. A grande dificuldade comparativa entre estados é a ausência de nomenclatura padronizada de delitos. O Crime Brasil mantém uma tabela de equivalências que mapeia, por exemplo, “roubo a estabelecimento comercial” (RS), “roubo em coletivo” (RJ) e “roubo a transeunte” (MG) para categorias estáveis ao longo da série, sempre preservando o rótulo original como campo auxiliar para auditoria.

Geocodificação. No caso do RS, cada ocorrência é vinculada ao bairro de registro segundo a malha do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da prefeitura do município de origem; nos demais estados, a granularidade máxima atualmente disponível varia conforme a fonte — município em São Paulo, Sergipe, Rio Grande do Norte, Alagoas e Santa Catarina; delegacia (CISP) no Rio de Janeiro; município em Minas Gerais; e município com geocodificação 100% no Tocantins.

A plataforma mantém ainda, em arquivo curado para os 27 estados, séries do SIM/DATASUS (declarações de óbito desde 2000) e do SINAN/VIOLBR (notificações compulsórias de violência interpessoal e autoprovocada, 2009–2024), além de PRF/DATATRAN, SINESP/MJSP e Anuário FBSP. Esse arranjo cobre o continuum ocorrência policial → notificação compulsória em saúde → óbito por causa externa, em escala nacional, e é particularmente útil para análises de subnotificação, latência fato-óbito e validação cruzada de séries entre os três sistemas.

A plataforma é gratuita e o dataset principal está depositado no Zenodo (DOI 10.5281/zenodo.19712522) sob licença Creative Commons. O código do pipeline é aberto. O único contraponto solicitado a quem utiliza o material é o crédito acadêmico ou jornalístico de praxe.

Importa enfatizar: o Crime Brasil não substitui a fonte oficial e não pretende substituí-la. Quando uma divergência aparece entre a base e o portal estadual, a fonte oficial prevalece, e a divergência vira issue público no repositório. Trata-se de camada de acesso, não de produção primária de informação.

 

Cobertura atual e limites declarados

Qualquer infraestrutura de dados que omita seus limites é mais perigosa do que útil. Os limites do Crime Brasil, hoje (abril de 2026), são os seguintes:

Em produção (4,94 milhões de ocorrências policiais consolidadas e disponíveis via API REST):

  • Rio Grande do Sul — 2,99 milhões de ocorrências em 497 municípios, com cobertura por bairro em aproximadamente 80% dos registros. Série iniciando em 2022 e atualização em ciclos trimestrais até 2026.
  • Santa Catarina — 694 mil ocorrências em 296 municípios, série 2018–2026, granularidade municipal.
  • Tocantins — 612 mil ocorrências em 139 municípios, série 2020–2026, com geocodificação completa.
  • São Paulo — 410 mil ocorrências em 646 municípios, série 2018–2026, granularidade municipal. A SSP/SP não publica, em transparência ativa, microdado por bairro ou por distrito policial — uma lacuna estrutural cuja superação depende de mudança institucional, não de capacidade técnica externa.
  • Sergipe — 116 mil ocorrências em 151 municípios, série 2019–2026.
  • Rio Grande do Norte — 96 mil ocorrências em 167 municípios, série 2022–2025.
  • Alagoas — 21 mil ocorrências em 102 municípios, série 2012–2026.

Em refinamento ativo (ingestão em curso):

  • Rio de Janeiro — base CISP do Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ) com granularidade por delegacia (Circunscrição Integrada de Segurança Pública), contendo 65 indicadores criminais detalhados — homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, feminicídio, tentativa de feminicídio, homicídio por intervenção policial, tentativa de homicídio, estupro, mortes de policiais em serviço, entre outros — em série mensal completa.
  • Minas Gerais — base SEJUSP/MG com aproximadamente 1,4 milhão de registros (crimes violentos consumados e tentados, furtos, lesões corporais, vítimas de homicídio consumado), em granularidade municipal, série 2012–2026.

Demais unidades federativas — comparativos no nível nacional, a partir do Anuário FBSP, do SINESP, do SIM/DATASUS e de fontes secundárias arquivadas, com agenda de incorporação progressiva.

Há ainda limites temporais — a série completa por bairro, no caso do RS, inicia em 2022; nos demais estados, a profundidade histórica varia conforme o calendário de publicação de cada secretaria estadual —, limites tipológicos (nem todo delito é uniformemente registrado por todas as polícias civis), e a limitação inerente ao próprio dado policial: ele mede ocorrências registradas, não vitimização real. A subnotificação, especialmente em delitos contra a dignidade sexual e em violência doméstica, é fenômeno bem documentado na literatura epidemiológica e criminológica brasileira: estudo recente que cruzou as bases SINAN e PNS estimou taxas de subnotificação de 75,9% para violência física, 89,4% para sexual e 98,5% para psicológica entre mulheres adultas (Vasconcelos et al., 2024). Tal lacuna impõe cautela interpretativa que a infraestrutura de dados, por si, não resolve.

 

Três perguntas de pesquisa hoje viáveis

Para tornar o argumento concreto, formulam-se a seguir três perguntas de pesquisa empírica que se tornam operacionalizáveis com a infraestrutura disponível e que dialogam com agendas vivas em ciências criminais.

 

  1. Letalidade policial em perspectiva interestadual. A base do RS contém, entre 2022 e 2025, registros classificados como mortes decorrentes de intervenção de agente do Estado, com geocodificação em nível de bairro. O cruzamento com a série do ISP-RJ — que mantém categoria equivalente em granularidade de delegacia — permite análise comparativa de taxa por 100 mil habitantes, controlada por densidade demográfica e território. Tal cruzamento é instrumento direto para a discussão sobre o uso da força letal e suas variações territoriais, tema central na agenda de accountability institucional do Ministério Público no exercício do controle externo da atividade policial (Cavallazzi; Suxberger, 2019).

 

Feminicídio na zona cinzenta da tipificação. A Lei 13.104/2015 incluiu o feminicídio como qualificadora do art. 121 §2º-A do Código Penal. A base do RS registra o sexo da vítima em aproximadamente 84% dos homicídios consumados, o que permite identificar casos em que a vítima é mulher mas a tipificação registrada não inclui a qualificadora — a chamada “zona cinzenta” entre o homicídio simples ou qualificado e o feminicídio formal. O dimensionamento dessa zona, ocorrência a ocorrência, abre frente empírica para o debate sobre subaplicação da qualificadora e sobre a racialização e territorialização da violência letal contra mulheres — recorte em que estudo demográfico já demonstrou que a taxa de mortalidade por agressão é sistematicamente maior entre mulheres negras e que padrões de meio empregado também variam por raça/cor (Monteiro; Romio; Drezett, 2021).

 

  1. Heterogeneidade intraurbana e a falácia ecológica. A taxa estadual de homicídios em uma capital esconde, sistematicamente, a heterogeneidade entre bairros centrais e periféricos. Em Porto Alegre, por exemplo, a base permite comparar a evolução do crime contra o patrimônio e do crime letal entre regiões orçamentárias do Plano Diretor, expondo dinâmicas distintas que se compensam na média. A operacionalização desse tipo de análise por outros pesquisadores depende, hoje, de acesso ao microdado por bairro — exatamente o ponto em que a plataforma reduz a barreira de acesso ao dado granular.

 

Cada uma dessas frentes corresponde a uma pergunta de pesquisa empírica viável em horizonte de meses, não anos, e a uma contribuição de política pública concreta.

 

Agenda institucional: o que falta exigir

A existência do Crime Brasil é, em sentido importante, um sintoma. Em um país com transparência ativa minimamente funcional em segurança pública, uma plataforma como esta seria redundante. O fato de que ela cumpre função útil indica que a infraestrutura pública de dados criminais ainda opera abaixo do potencial autorizado pela LAI e pelo SUSP.

Quatro reivindicações merecem espaço prioritário na agenda institucional brasileira em ciências criminais:

  • Padronização federal de tipologia criminal, com tabela única vinculante para SSPs estaduais, sob coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública e supervisão do Conselho Nacional de Segurança Pública;
  • Obrigatoriedade de publicação de microdado anonimizado em formato aberto, com periodicidade definida e granularidade mínima de município, como condição de repasse de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública;
  • Integração efetiva com o SUSP, especialmente quanto à interoperabilidade de sistemas de gestão policial, prevista mas ainda não operacionalizada em escala;
  • Inclusão de campo padronizado de raça/cor da vítima e do autor em todo registro de ocorrência, instrumento já disciplinado em normativos do Conselho Nacional do Ministério Público, mas implementado de forma desigual entre estados.

 

A comunidade do IBCCRIM tem, mais do que qualquer outro ator, condições de fazer essa cobrança de forma qualificada. A presente colaboração é convite — para usar a base, para apontar suas lacunas, e para pressionar pelo dia em que ela deixe de ser necessária.

 

Referências

BRASIL. Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216 da Constituição Federal. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 18 nov. 2011.

BRASIL. Lei 13.104, de 9 de março de 2015. Altera o art. 121 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, para prever o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 mar. 2015.

BRASIL. Lei 13.675, de 11 de junho de 2018. Disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública e cria o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 12 ju2018.

CAVALLAZZI, Vanessa Wendhausen; SUXBERGER, Antonio Henrique Graciano. O Controle Externo da Atividade Policial em Números do CNMP como Ferramenta de Accountability Institucional. Revista da CSP — Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública, Brasília, v. 2, 2019.

CRIME BRASIL. Crime Brasil: microdados criminais abertos do Brasil [Conjunto de dados]. Zenodo, 2026. https://doi.org/10.5281/zenodo.19712522

FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025. 19. ed. São Paulo: FBSP, 2025.

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA; FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Atlas da Violência 2025. Brasília: IPEA; FBSP, 2025.

MONTEIRO, Mario Francisco Giani; ROMIO, Jackeline Aparecida Ferreira; DREZETT, Jefferson. Existe diferença de raça/cor do feminicídio no Brasil? A desigualdade das taxas de mortalidade por causas violentas entre mulheres brancas e negras. Journal of Human Growth and Development, v. 31, 2, p. 358-366, 2021.  https://doi.org/10.36311/jhgd.v31.12257

VASCONCELOS, Nádia Machado de et al. Subnotificação de violência contra as mulheres: uma análise de duas fontes de dados. Ciência & Saúde Coletiva, v. 29, 10, 2024. https://doi.org/10.1590/1413-812320242910.07732023

 

Como citar: DINIZ, Alexandra. Microdados criminais abertos no Brasil: limites estruturais do acesso à informação em segurança pública – O caso da plataforma Crime Brasil. Jornal de Ciências Criminais do IBCCRIM, 30 abr. 2026. Disponível em: https://jcc.ibccrim.org.br/artigos/microdados-criminais-abertos-no-brasil-limites-estruturais-do-acesso-a-informacao-em-seguranca-publica/. Acesso em: 30 abr. 2026.

 

Esta obra é disponibilizada sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), permitindo uso, compartilhamento, adaptação e finalidade comercial, desde que seja dado crédito adequado ao autor. 

Minibio

Alexandra Diniz
contato@crimebrasil.com.br

Analista de dados em saúde pública na Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul (SES-RS) e estudante na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Atua na interseção entre vigilância em saúde, ciência de dados e políticas públicas, e colabora com a plataforma Crime Brasil (crimebrasil.com.br) na análise de microdados de segurança pública.

Resumo

Fragmentação de registros oficiais compromete comparações e políticas públicas

Tags

  • criminologia quantitativadados abertosgovernança de dadosLei de Acesso à Informaçãometodologia empíricaMídia e Direito PenalPolítica CriminalSegurança públicaSistema de Justiça Criminaltransparência pública
  • acesso à justiça
  • Acordo de Não Persecução Penal
  • advocacia criminal
  • advogadas
  • alternativas penais
  • Ambiente digital
  • Ampla defesa
  • Análise Espacial
  • Analogia in bonam partem
  • Atividade Probatória do Juiz
  • Ativos virtuais
  • Atos de Investigação
  • Audiência de Custódia
  • autores
  • autores convidados
  • Autoria Científica
  • Autoritarismo Penal
  • Bem Jurídico
  • Blockchain
  • Cadeia de Custódia
  • cidadania
  • ciência forense
  • clemência
  • Código de Processo Penal
  • coerência do ordenamento jurídico
  • colarinho branco
  • Coleta de material biológico
  • Competência constitucional
  • competência penal
  • Compliance financeiro
  • confiabilidade da prova
  • Conflitos fundiários
  • Constitucionalismo
  • Contraditório
  • contraditório técnico
  • Controle da Atividade Policial
  • controle de constitucionalidade
  • Controle de Convencionalidade
  • Controle Penal
  • Controle Social
  • Cooperação jurídica internacional
  • Crime Organizado
  • Crimes econômicos
  • Crimes hediondos
  • Crimes tributários
  • Criminal Compliance
  • Criminal Compliance; Direito Penal Econômico; Responsabilidade Penal
  • criminalista
  • Criminalização Política
  • Criminologia
  • Criminologia Crítica
  • criminologia quantitativa
  • Criminologia Verde
  • Crise Institucional
  • Crítica ao Sistema Penal
  • crítica jurídica
  • Culpabilidade
  • Cultura Carioca
  • Cumprimento de pena
  • dados abertos
  • dados abertos; segurança pública; Lei de Acesso à Informação; microdados criminais; transparência
  • Debate Jurídico
  • decisão dos jurados
  • Delação Premiada
  • Delitos de acumulação
  • Delitos de acumulação; Política criminal; Princípio da intervenção mínima
  • Denúncia Inepta
  • departamento de Estudos Legislativos
  • Departamento de Infância e Juventude
  • departamentos
  • desigualdade estrutural
  • Desigualdade Social
  • Devido Processo Legal
  • devido processo probatório
  • Digitalização da Justiça
  • dignidade humana
  • Direito Constitucional
  • Direito Criminal
  • direito da mulher
  • Direito de Defesa
  • Direito de não produzir prova contra si
  • Direito Internacional
  • Direito Penal
  • Direito Penal Econômico
  • Direito Penal Médico
  • Direito Penal Simbólico
  • Direitos da Mulher
  • Direitos do preso
  • Direitos dos Animais
  • Direitos fundamentais
  • Direitos Humanos
  • Direitos preso
  • Discurso de Lei e Ordem
  • Discurso de Ódio
  • dogmática penal
  • Dolo Eventual
  • Ecologia Criminal
  • Economia Informal
  • Educação Prisional
  • Educação Superior
  • Elucidação de Crimes
  • Encarceramento em Massa
  • Ensino Jurídico
  • entorpecentes
  • Entrevista
  • epistemologia da prova
  • Epistemologia Jurídica
  • Equidade de gênero
  • Erro Judiciário
  • estado de coisas inconstitucional
  • Estado de Direito
  • Estado de Polícia
  • estado democrático de direito
  • Estatísticas Criminais
  • Estatuto da Criança e do Adolescente
  • Estelionato
  • Estigmatização Social
  • Ética em Pesquisa
  • ética na advocacia
  • evidência digital
  • Exclusão Probatória
  • Exclusão Social
  • Execução Penal
  • Execução provisória da pena
  • Execuções Extrajudiciais
  • Expansão do Direito Penal
  • Exploração sexual infantil
  • expresidente
  • Falsas memórias
  • Feminicídio
  • Fernando da Costa Tourinho Filho
  • Filosofia do Direito
  • Fins da Pena
  • Formação Profissional
  • Garantias constitucionais
  • Garantias Fundamentais
  • garantias penais
  • garantias processuais
  • Garantismo Penal
  • Garantismo Penal; Sistema Acusatório; Sistema de Justiça Criminal
  • Geografia do Crime
  • Geopolítica
  • Geopolítica do Crime
  • Gestão por Indicadores
  • governança de dados
  • Governança Pública
  • Habeas corpus
  • HC 1.059.475
  • Hermenêutica Jurídica
  • hiperencarceramento
  • Historicos
  • Homicídio
  • ibccrim
  • Imparcialidade judicial
  • Impunidade
  • Imputação Objetiva
  • Imputação Penal
  • Inclusão
  • Inconstitucionalidade
  • Independência Judicial
  • Independência Pericial
  • Individualização da Conduta
  • inflação legislativa
  • inovação jurídica
  • Inquérito Policial
  • Integridade Acadêmica
  • integridade probatória
  • Inteligência artificial
  • Internação de adolescentes
  • Interpretação Teleológica
  • Intervenção Militar
  • Intranscendência da Pena
  • Investigação
  • Investigação Criminal
  • Investigação Defensiva
  • isonomia
  • Jair Bolsonaro
  • JCC
  • jornal de ciências criminais
  • jovens
  • Juiz das Garantias
  • Juiz Natural
  • juízo aparente
  • julgamento popular
  • jurisprudência
  • jurisprudência penal
  • Jurista
  • Justa Causa
  • justiça criminal
  • Justiça Penal Negociada
  • Justiça Restaurativa
  • Labelling Approach
  • lavagem de dinheiro
  • Lavagem de Dinheiro (Lei 9.613/1998)
  • Legislação Penal Inflacionária
  • Legislação Penal Simbólica
  • legítima defesa imperfeita
  • Lei de Acesso à Informação
  • Lei de Drogas (Lei 11.343/2006)
  • Lei Maria da Penha
  • Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006)
  • Lesividade
  • Letalidade Policial
  • liberdade
  • Liberdade de Circulação
  • Liberdade de Expressão
  • Liberdade Individual
  • Limites do Poder Punitivo
  • Linguagem
  • Luto
  • Manual de Processo Penal
  • Medidas Cautelares
  • Memória e Processo Penal
  • memória humana
  • memorias
  • Mercado Paralelo
  • Metodologia Científica
  • metodologia empírica
  • mídia
  • Mídia e Direito Penal
  • Milícias
  • Ministério Público
  • Monitoramento eletrônico
  • Moralismo penal
  • Mulheres advogadas
  • Narcoterrorismo
  • Narcotráfico e finanças ilícitas
  • narrativa jurídica
  • Necropolítica
  • Norma estadual que oculta identidade de magistrados pode chegar ao crivo das Cortes Superiores
  • notas
  • noticias
  • Nulidade processual
  • Ofensividade
  • online
  • Opinião pública
  • outras
  • Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019)
  • participação social
  • Paternalismo penal
  • patriarcado
  • pena Constituição Federal
  • Perícia Criminal
  • pesquisa em direito
  • pesquisa empírica
  • Poder Punitivo do Estado
  • Polícia Democrática
  • Política Criminal
  • Política de Drogas
  • Política legislativa penal
  • Política Penitenciária
  • Política Pública de Segurança
  • políticas públicas
  • Populismo Penal
  • Populismo Punitivo
  • precedentes judiciais
  • premiações jurídicas
  • presidente
  • Presunção de inocência
  • Presunção de inocência Ampla defesa Contraditório Imparcialidade judicial Opinião pública
  • Prevenção da Violência
  • Prevenção Situacional
  • Princípio da brevidade
  • Princípio da Insignificância
  • Princípio da intervenção mínima
  • Princípio da Legalidade
  • Princípio da proporcionalidade
  • Princípio da Publicidade
  • Princípio Inquisitivo
  • Prisão domiciliar
  • Prisão Injusta
  • Prisão Preventiva
  • Prisão Provisória
  • Processo Ético-Profissional
  • Processo Penal
  • produção acadêmica
  • Profissões Jurídicas
  • Progressão de regime
  • Prova digital
  • Prova Emprestada
  • Prova Ilícita
  • Prova penal
  • prova pericial
  • Prova Testemunhal
  • psicologia do testemunho
  • publicação
  • Punitivismo
  • racismo
  • Racismo Estrutural
  • reconhecimento de pessoas
  • Reconhecimento de Suspeitos
  • Reforma do Código de Processo Penal
  • Regulação de Plataformas Digitais
  • Regulação financeira
  • Regulação Tecnológica
  • Regulamentação das redes sociais
  • Regulamentação Profissional
  • Reincidência juvenil
  • Reintegração Social
  • Remição de Pena
  • Representatividade feminina
  • Reserva Legal
  • Responsabilidade Civil do Estado
  • Responsabilidade Civil Médica
  • Responsabilidade Internacional do Estado
  • Responsabilidade penal
  • Responsabilidade Penal Política Criminal Populismo Penal Culpabilidade
  • Responsabilidade Político-Criminal
  • Responsabilização Estatal
  • Ressocialização
  • Retroatividade da lei
  • Rio de Janeiro
  • Rotina judiciária
  • Segurança Internacional
  • Segurança pública
  • Segurança Urbana
  • Seletividade Penal
  • Separação de Poderes
  • Sigilo Bancário e Fiscal
  • Sigilo Profissional
  • Sistema Acusatório
  • Sistema antilavagem
  • Sistema de Justiça Criminal
  • sistema financeiro
  • Sistema Interamericano de Direitos Humanos
  • sistema penal
  • Sistema Penal Subterrâneo
  • Sistema Prisional
  • Sistema socioeducativo
  • Situação Carcerária
  • Soberania Estatal
  • Soberania Nacional
  • Sociedade do controle
  • Sociologia do Crime
  • standards probatórios
  • STF
  • STJ
  • Superlotação Carcerária
  • Supremo Tribunal Federal
  • Taxatividade Penal
  • Tecnologia descentralizada
  • Tecnologia e Vigilância Penal
  • teoria da pena
  • Teoria da Prova
  • Teoria do Crime
  • Teoria do Direito
  • Teoria Geral do Delito
  • Terrorismo
  • Tipicidade Penal
  • Tipificação penal
  • tráfico
  • Tráfico de Entorpecentes
  • Trancamento da Ação Penal
  • Transações P2P
  • Trânsito em julgado
  • Transparência Institucional
  • transparência pública
  • Tribunal de Exceção
  • Tribunal de Justiça
  • Tribunal do Júri
  • Tribunal Europeu de Direitos Humanos
  • Urbanismo
  • Uso Letal da Força Policial
  • Uso Progressivo da Força
  • Validade e Eficácia da Norma
  • vedação ao retrocesso social
  • Verdade Real
  • Violência de gênero
  • Violência Doméstica
  • Violência Policial
  • Violência política

Leia mais

Mulheres Advogadas

Entre o cartório e o laboratório: por que o Artigo 11 do Código de Processo Penal não sobrevive, em sua dimensão material, ao microssistema da cadeia de custódia de provas

  • 05/05/2026
Colunistas

Lei 15.397/2026: uma lei desarranjada

  • 04/05/2026
Artigos

O STJ e os limites da prova na era da inteligência artificial

  • 02/05/2026
  • Artigos
  • Artigos Históricos do Boletim IBCCRIM
  • Colunistas
  • Crônicas e Contos
  • Entrevistas
  • Jovens Criminalistas
  • Jurisprudência
  • Memórias da Velha Guarda
  • Mulheres Advogadas
  • Notas Técnicas
  • Notícias
  • Podcasts & Multimídia
  • Notícias

Prêmio STM de Justiça e Cidadania Professor Paulo Bonavides: inscrições abertas

  • 16/03/2026

Caso de dentista preso injustamente no Rio chega à CIDH após STJ negar indenização

  • 12/03/2026

Judiciário no Carnaval: Justiça de SC impõe “expulsão” de réus em 4 horas e reacende debate sobre exclusão social

  • 06/03/2026

Tags

  • criminologia quantitativadados abertosgovernança de dadosLei de Acesso à Informaçãometodologia empíricaMídia e Direito PenalPolítica CriminalSegurança públicaSistema de Justiça Criminaltransparência pública
  • acesso à justiça
  • Acordo de Não Persecução Penal
  • advocacia criminal
  • advogadas
  • alternativas penais
  • Ambiente digital
  • Ampla defesa
  • Análise Espacial
  • Analogia in bonam partem
  • Atividade Probatória do Juiz
  • Ativos virtuais
  • Atos de Investigação
  • Audiência de Custódia
  • autores
  • autores convidados
  • Autoria Científica
  • Autoritarismo Penal
  • Bem Jurídico
  • Blockchain
  • Cadeia de Custódia
  • cidadania
  • ciência forense
  • clemência
  • Código de Processo Penal
  • coerência do ordenamento jurídico
  • colarinho branco
  • Coleta de material biológico
  • Competência constitucional
  • competência penal
  • Compliance financeiro
  • confiabilidade da prova
  • Conflitos fundiários
  • Constitucionalismo
  • Contraditório
  • contraditório técnico
  • Controle da Atividade Policial
  • controle de constitucionalidade
  • Controle de Convencionalidade
  • Controle Penal
  • Controle Social
  • Cooperação jurídica internacional
  • Crime Organizado
  • Crimes econômicos
  • Crimes hediondos
  • Crimes tributários
  • Criminal Compliance
  • Criminal Compliance; Direito Penal Econômico; Responsabilidade Penal
  • criminalista
  • Criminalização Política
  • Criminologia
  • Criminologia Crítica
  • criminologia quantitativa
  • Criminologia Verde
  • Crise Institucional
  • Crítica ao Sistema Penal
  • crítica jurídica
  • Culpabilidade
  • Cultura Carioca
  • Cumprimento de pena
  • dados abertos
  • dados abertos; segurança pública; Lei de Acesso à Informação; microdados criminais; transparência
  • Debate Jurídico
  • decisão dos jurados
  • Delação Premiada
  • Delitos de acumulação
  • Delitos de acumulação; Política criminal; Princípio da intervenção mínima
  • Denúncia Inepta
  • departamento de Estudos Legislativos
  • Departamento de Infância e Juventude
  • departamentos
  • desigualdade estrutural
  • Desigualdade Social
  • Devido Processo Legal
  • devido processo probatório
  • Digitalização da Justiça
  • dignidade humana
  • Direito Constitucional
  • Direito Criminal
  • direito da mulher
  • Direito de Defesa
  • Direito de não produzir prova contra si
  • Direito Internacional
  • Direito Penal
  • Direito Penal Econômico
  • Direito Penal Médico
  • Direito Penal Simbólico
  • Direitos da Mulher
  • Direitos do preso
  • Direitos dos Animais
  • Direitos fundamentais
  • Direitos Humanos
  • Direitos preso
  • Discurso de Lei e Ordem
  • Discurso de Ódio
  • dogmática penal
  • Dolo Eventual
  • Ecologia Criminal
  • Economia Informal
  • Educação Prisional
  • Educação Superior
  • Elucidação de Crimes
  • Encarceramento em Massa
  • Ensino Jurídico
  • entorpecentes
  • Entrevista
  • epistemologia da prova
  • Epistemologia Jurídica
  • Equidade de gênero
  • Erro Judiciário
  • estado de coisas inconstitucional
  • Estado de Direito
  • Estado de Polícia
  • estado democrático de direito
  • Estatísticas Criminais
  • Estatuto da Criança e do Adolescente
  • Estelionato
  • Estigmatização Social
  • Ética em Pesquisa
  • ética na advocacia
  • evidência digital
  • Exclusão Probatória
  • Exclusão Social
  • Execução Penal
  • Execução provisória da pena
  • Execuções Extrajudiciais
  • Expansão do Direito Penal
  • Exploração sexual infantil
  • expresidente
  • Falsas memórias
  • Feminicídio
  • Fernando da Costa Tourinho Filho
  • Filosofia do Direito
  • Fins da Pena
  • Formação Profissional
  • Garantias constitucionais
  • Garantias Fundamentais
  • garantias penais
  • garantias processuais
  • Garantismo Penal
  • Garantismo Penal; Sistema Acusatório; Sistema de Justiça Criminal
  • Geografia do Crime
  • Geopolítica
  • Geopolítica do Crime
  • Gestão por Indicadores
  • governança de dados
  • Governança Pública
  • Habeas corpus
  • HC 1.059.475
  • Hermenêutica Jurídica
  • hiperencarceramento
  • Historicos
  • Homicídio
  • ibccrim
  • Imparcialidade judicial
  • Impunidade
  • Imputação Objetiva
  • Imputação Penal
  • Inclusão
  • Inconstitucionalidade
  • Independência Judicial
  • Independência Pericial
  • Individualização da Conduta
  • inflação legislativa
  • inovação jurídica
  • Inquérito Policial
  • Integridade Acadêmica
  • integridade probatória
  • Inteligência artificial
  • Internação de adolescentes
  • Interpretação Teleológica
  • Intervenção Militar
  • Intranscendência da Pena
  • Investigação
  • Investigação Criminal
  • Investigação Defensiva
  • isonomia
  • Jair Bolsonaro
  • JCC
  • jornal de ciências criminais
  • jovens
  • Juiz das Garantias
  • Juiz Natural
  • juízo aparente
  • julgamento popular
  • jurisprudência
  • jurisprudência penal
  • Jurista
  • Justa Causa
  • justiça criminal
  • Justiça Penal Negociada
  • Justiça Restaurativa
  • Labelling Approach
  • lavagem de dinheiro
  • Lavagem de Dinheiro (Lei 9.613/1998)
  • Legislação Penal Inflacionária
  • Legislação Penal Simbólica
  • legítima defesa imperfeita
  • Lei de Acesso à Informação
  • Lei de Drogas (Lei 11.343/2006)
  • Lei Maria da Penha
  • Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006)
  • Lesividade
  • Letalidade Policial
  • liberdade
  • Liberdade de Circulação
  • Liberdade de Expressão
  • Liberdade Individual
  • Limites do Poder Punitivo
  • Linguagem
  • Luto
  • Manual de Processo Penal
  • Medidas Cautelares
  • Memória e Processo Penal
  • memória humana
  • memorias
  • Mercado Paralelo
  • Metodologia Científica
  • metodologia empírica
  • mídia
  • Mídia e Direito Penal
  • Milícias
  • Ministério Público
  • Monitoramento eletrônico
  • Moralismo penal
  • Mulheres advogadas
  • Narcoterrorismo
  • Narcotráfico e finanças ilícitas
  • narrativa jurídica
  • Necropolítica
  • Norma estadual que oculta identidade de magistrados pode chegar ao crivo das Cortes Superiores
  • notas
  • noticias
  • Nulidade processual
  • Ofensividade
  • online
  • Opinião pública
  • outras
  • Pacote Anticrime (Lei 13.964/2019)
  • participação social
  • Paternalismo penal
  • patriarcado
  • pena Constituição Federal
  • Perícia Criminal
  • pesquisa em direito
  • pesquisa empírica
  • Poder Punitivo do Estado
  • Polícia Democrática
  • Política Criminal
  • Política de Drogas
  • Política legislativa penal
  • Política Penitenciária
  • Política Pública de Segurança
  • políticas públicas
  • Populismo Penal
  • Populismo Punitivo
  • precedentes judiciais
  • premiações jurídicas
  • presidente
  • Presunção de inocência
  • Presunção de inocência Ampla defesa Contraditório Imparcialidade judicial Opinião pública
  • Prevenção da Violência
  • Prevenção Situacional
  • Princípio da brevidade
  • Princípio da Insignificância
  • Princípio da intervenção mínima
  • Princípio da Legalidade
  • Princípio da proporcionalidade
  • Princípio da Publicidade
  • Princípio Inquisitivo
  • Prisão domiciliar
  • Prisão Injusta
  • Prisão Preventiva
  • Prisão Provisória
  • Processo Ético-Profissional
  • Processo Penal
  • produção acadêmica
  • Profissões Jurídicas
  • Progressão de regime
  • Prova digital
  • Prova Emprestada
  • Prova Ilícita
  • Prova penal
  • prova pericial
  • Prova Testemunhal
  • psicologia do testemunho
  • publicação
  • Punitivismo
  • racismo
  • Racismo Estrutural
  • reconhecimento de pessoas
  • Reconhecimento de Suspeitos
  • Reforma do Código de Processo Penal
  • Regulação de Plataformas Digitais
  • Regulação financeira
  • Regulação Tecnológica
  • Regulamentação das redes sociais
  • Regulamentação Profissional
  • Reincidência juvenil
  • Reintegração Social
  • Remição de Pena
  • Representatividade feminina
  • Reserva Legal
  • Responsabilidade Civil do Estado
  • Responsabilidade Civil Médica
  • Responsabilidade Internacional do Estado
  • Responsabilidade penal
  • Responsabilidade Penal Política Criminal Populismo Penal Culpabilidade
  • Responsabilidade Político-Criminal
  • Responsabilização Estatal
  • Ressocialização
  • Retroatividade da lei
  • Rio de Janeiro
  • Rotina judiciária
  • Segurança Internacional
  • Segurança pública
  • Segurança Urbana
  • Seletividade Penal
  • Separação de Poderes
  • Sigilo Bancário e Fiscal
  • Sigilo Profissional
  • Sistema Acusatório
  • Sistema antilavagem
  • Sistema de Justiça Criminal
  • sistema financeiro
  • Sistema Interamericano de Direitos Humanos
  • sistema penal
  • Sistema Penal Subterrâneo
  • Sistema Prisional
  • Sistema socioeducativo
  • Situação Carcerária
  • Soberania Estatal
  • Soberania Nacional
  • Sociedade do controle
  • Sociologia do Crime
  • standards probatórios
  • STF
  • STJ
  • Superlotação Carcerária
  • Supremo Tribunal Federal
  • Taxatividade Penal
  • Tecnologia descentralizada
  • Tecnologia e Vigilância Penal
  • teoria da pena
  • Teoria da Prova
  • Teoria do Crime
  • Teoria do Direito
  • Teoria Geral do Delito
  • Terrorismo
  • Tipicidade Penal
  • Tipificação penal
  • tráfico
  • Tráfico de Entorpecentes
  • Trancamento da Ação Penal
  • Transações P2P
  • Trânsito em julgado
  • Transparência Institucional
  • transparência pública
  • Tribunal de Exceção
  • Tribunal de Justiça
  • Tribunal do Júri
  • Tribunal Europeu de Direitos Humanos
  • Urbanismo
  • Uso Letal da Força Policial
  • Uso Progressivo da Força
  • Validade e Eficácia da Norma
  • vedação ao retrocesso social
  • Verdade Real
  • Violência de gênero
  • Violência Doméstica
  • Violência Policial
  • Violência política

Encontrou um erro?

Avise nossa equipe
Deixe seu comentário

Cancelar resposta

JCC – Jornal de Ciências Criminais do IBCCRIM 

IBCCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais

Research Organization Registry (ROR): https://ror.org/03m09fn93

Rua Onze de Agosto, 52 – 6° Andar – Centro – São Paulo – 01018-010

E-mail: atendimento@ibccrim.org.br
WhatsApp: +55 11 94327-8374
Site: https://ibccrim.org.br

ISSN (Eletrônico): 3086-5174

Inscreva-se em nossa Newsletter

    Instagram Facebook Youtube Linkedin

    Mapa de visitas

    (Ativo desde 25/02/2026)

    IBCCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais

    Research Organization Registry (ROR): https://ror.org/03m09fn93

    Rua Onze de Agosto, 52 – 6° Andar – Centro – São Paulo – 01018-010

    E-mail: atendimento@ibccrim.org.br
    WhatsApp: +55 11 94327-8374
    Site: https://ibccrim.org.br

    Encontrou algum erro neste artigo?

    Nos ajude a melhorar! Envie sua correção abaixo 👇